Começo. Eu nunca teria virado aquelas folhas. Eu nunca teria, sozinha, descoberto os animais simpáticos. Talvez em 20 anos, talvez em pouco menos ou mais.
Não era pra ser nada. e ainda assim foi tudo. sempre será.
nada -> anagrama: anda
Andamos.
Seguiu-se. Surgiu lontra, elefante, telefonema.
Imagine daqui há um ano, onde vamos estar. Até aranha marinha entrará em nosso vocabulário.
Além de todos os artifícios estéticos, as pequenas maquinas de sonhos em formato de espetáculo, as grandes realidades rizomáticas que se expremem para caberem em uma hora e vinte de palco e em cinco meses de processo, além de todas essas maravilhas, devaneios, degustações, o maior dos artifícios que eu tenho são vocês.
Olhos emprestados, corações emprestados, costas para onde voltar: emprestradas.
Idéais revolucionárias, sensibilidades cotidianas, pequenas coragens.
Obrigado.
Meu corpo não é superficie suficiente para meu desejo e minha falta e por isso: o movimento.
Ágeis comunicadores, enfermeiros da alma, últimas coca-colas do deserto: são vocês, pra mim.
Lindo.
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