1/2 xic. de manteiga temperatura ambiente
2/3 xic. de açúcar
3 ovos
baunilha
raspas de limão
1 1/2 xic de farinha
1 1/2 colher de chá de fermento
pitada de sal
1/4 xic de leite
Pré-aquecer o forno a 180º
Bater a manteiga e o açúcar. Botar os ovos, um a um, até clarear. Botar a baunilha e as raspas. Em outra tigela, misture a farinha, o fermento e o sal. Com a batedeira em baixa velocidade, misture metade dos secos. Adicione o leite. Adicione o resto da farinha.
12 formas.
20 min.
Panapaná
Estética nossa a posteriori. Temos uma estética porque temos uma história, mas não partimos de querer apostar em uma linguagem. Tem que ter lugar de afeto para a estética. A gente não tá querendo escrever um manifesto...
Nossa estética nasce na/da relação com o espaço agora.
O que ou sim ou sim faz com que o método leve a um resultado semelhante?
Escolha metodológica ~= escolha política ~= escolha estética
O quanto do método diz do resultado? Muito.
(os meios dão nos fins. dã. hahaha)
- Qual é a nossa estética?
FALSA QUESTÃO.
A gente não tem uma estética estática como grupo. Principalmente porque a gente acha que não é possível ter uma identidade estática. A gente não quer (nem acredita) se prender no que tem em comum as nossas produções. Ainda assim, tem coisas que a gente aposta e curte (micro-macro; revoluções moleculares; foco nas relações não personagens)
- Da universidade à cidade. Como se dá a profissionalização na cidade?
Quando nos profissionalizamos?
é quando somos autônomos?
Quando ganhamos edital?
É quando você não está na universidade?
- Gestão criativa e modo de sobrevivência em arte.
Processo cartográfico - partir de uma intuição
Peça como analisador do que é instituído, espaço de tensão, instituído/instiuinte. Espaço de forças...
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